Foi com grande anseio que ouvi o primeiro tema do espectáculo do projecto "Lisboa não sejas Francesa". À partida fiquei na espectativa de descobrir qual o repertório que iriam tocar, sabendo apenas que o que iria ouvir era uma mistura de música electrónica com música portuguesa, passando pelo fado.
A VOZ
Fiquei surpreendido com a colocação e precisão com que Joana Melo canta. Seu timbre terno e audaz, faz-nos transportar para um mundo de fantasia. Posso dizer que fiquei deliciado com as mil caretas esboçadas por parte dela, procurando "aquele som", "aquela dinâmica".
A PERCUSSÃO
Gostei das texturas ritmicas escolhidas que Miguel Majer escolheu. Cada estilo de sonoridade, cada volume, cada pedaço de textura ritmica foi acariciada por uma atenção constante!
A VOZ

Fiquei surpreendido com a colocação e precisão com que Joana Melo canta. Seu timbre terno e audaz, faz-nos transportar para um mundo de fantasia. Posso dizer que fiquei deliciado com as mil caretas esboçadas por parte dela, procurando "aquele som", "aquela dinâmica".
A PERCUSSÃOGostei das texturas ritmicas escolhidas que Miguel Majer escolheu. Cada estilo de sonoridade, cada volume, cada pedaço de textura ritmica foi acariciada por uma atenção constante!
Intrigante!!! É cada música que começa, pois nunca sabemos o que é que vem daí!
Temas imortais da música Portuguesa são relembrados compasso a compasso com uma força e inovação tal que, pareceu que foram tocados pela primeira vez.
Temas imortais da música Portuguesa são relembrados compasso a compasso com uma força e inovação tal que, pareceu que foram tocados pela primeira vez.
O BAIXO
Max Ciuro envolveu no se baixo de seis cordas uma mestria e simplicidade. A sua precisão e escolha ritmica encaixam e preechem como uma luva neste género musical. Faz-nos relembrar que na simplicidade também se encontra a magia. E que magia!
NO TECLADO
Temos a fantasia de Ricardo Santos, que com os seus sintetizadores conseguiram-me transportar por vezes a cenários de países orientais e à rudeza inagualável dos anos 90. A escolha de alguns sons por vezes parece-me a menos feliz, fazendo lembrar "aquele velho orgão eléctrico lá de casa". Contudo, esta ideia é apenas primária, pois passados segundos, aquele som que achava algo banal, se transforma em algo único e cheio de pormenor! Tudo aquilo que achei ja ter ouvido transforma-se em algo cheio de novidade!

Max Ciuro envolveu no se baixo de seis cordas uma mestria e simplicidade. A sua precisão e escolha ritmica encaixam e preechem como uma luva neste género musical. Faz-nos relembrar que na simplicidade também se encontra a magia. E que magia!
NO TECLADOTemos a fantasia de Ricardo Santos, que com os seus sintetizadores conseguiram-me transportar por vezes a cenários de países orientais e à rudeza inagualável dos anos 90. A escolha de alguns sons por vezes parece-me a menos feliz, fazendo lembrar "aquele velho orgão eléctrico lá de casa". Contudo, esta ideia é apenas primária, pois passados segundos, aquele som que achava algo banal, se transforma em algo único e cheio de pormenor! Tudo aquilo que achei ja ter ouvido transforma-se em algo cheio de novidade!
À medida que o concerto se desenrola, facilmente nos habituamos à ideia de ser surpeendidos! Esperando sempre por algo que vai superar a nossa própria imaginação!
A BANDA
Para um produto tão jovem (em tempo útil de vida) noto que existe ainda alguma preocupação em "colar" o que muitas vezes é extremamente complicado colar. Ouvi algumas opiniões ao dizer que Joana Melo muitas vezes se cola ao original, mas aí está! É nesta simbiose do original com uma textura e corpo electrónicos que assenta a beleza deste projecto!
Nota positiva, tirando os finais das músicas, muitas vezes forçados e algo básicos. Mas que ao final da quinta música deixa de preocupar, ficando apenas boquiaberto com cada textura nova que imprimem, e pela espectacularidade e audácia. Meus amigos... que audácia!!!
O MELHOR
O tema "Haja o que houver" para mim foi o topo da noite! A textura mais brilhante!
"Povo que lavas no rio", é talvez o tema que mais consegue cortar a respiração por várias vezes. e que conta com um final arrepiante! Brutal!
E por último e muito especial, o tema que dá o nome ao projecto, "Lisboa não sejas Francesa". Um encerro fulgural e marcante num projecto que afirma homenagear a música Portuguesa!
O blog do projecto: http://www.lisboanaosejasfrancesa.blogspot.com/
"Povo que lavas no rio", é talvez o tema que mais consegue cortar a respiração por várias vezes. e que conta com um final arrepiante! Brutal!
E por último e muito especial, o tema que dá o nome ao projecto, "Lisboa não sejas Francesa". Um encerro fulgural e marcante num projecto que afirma homenagear a música Portuguesa!
O blog do projecto: http://www.lisboanaosejasfrancesa.blogspot.com/
3 comentários:
Ok grande johny , sim senhor ja vi que estiveste atento ao espectaculo,obrigado pelos comentarios,ainda bem que gostaste.Obrigado por ter comparecido!!!
obrigado pela atenção ao nosso trabalho. Não foi o melhor concerto que demos. O do Santiago e a estreia em Pombal foram melhor mas tambem gostámos nos Templários.
Só uma dica...É Percussão e não Percurssão.
Abraço e volta sempre
Miguel Majer
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